quinta-feira, 26 de agosto de 2010

PARA lembrar, para conhecer, para aprender e respeitar...






EXTRAÍDO E PESQUISADO DE : http://www.butoh.com.br/

Amigos do Takuru - Cia La Carreta e Cia Teatro ART E VIDA de Rosário do Sul, João Butoh e Grupo de Teatro La Carreta
VIII Encuentro Internacional de Teatro
Paso de Los Libres - Corrientes - Argentina 2008
Foto: Arquivo da OBC


JOÃO ROBERTO DE SOUZA
Ator, bailarino, coreógrafo, figurinista, cenógrafo, diretor, professor, maitre de Butoh, jornalista.
Desde 1972, trilha sua forma de expressão na linha do teatro de dança. Tem formação eclética, visando seu aprimoramento artístico, procura atingir outras áreas das artes. Teve como professores nomes expressivos nacionais e internacionais. Em 1982, após uma apresentação no Programa da TV Cultura " É Proibido Colar!", recebeu bolsa integral para o Dança Clarisse Abujamra em São Paulo, possibilitando o contato com grandes personalidades que muito contribuíram para seu crescimento artístico. Residiu em São Paulo no ano de 1983, e em setembro de 1984 foi convidado à trabalhar na Prefeitura Municipal de Presidente Prudente - SP para assumir o Departamento de Artes Cênicas, onde organizou o Festival Estadual de Teatro, o Festival Nacional de Dança, foi diretor e professor da Escola de Artes e das Oficinas de Artes Cênicas da Prefeitura, criou e dirigiu a Companhia Municipal de Dança e foi administrador do Teatro Municipal. Foi integrante do grupo "Teatro O 2 Experimental" onde encenou o Espetáculo "Fábrica de chocolate" de Mário Prata.
Voltou a residir em São Paulo no ano de 1990, sendo convidado a ministrar oficinas de dança, figurinos e teatro pelas Oficinas Culturais Regionais do Estado, órgão da Secretaria de Estado da Cultura.
Produziu com Carlos Cesare, o vídeo "Era uma vez na Eugenioslavia", um piloto para um programa infantil com Teatro de Bonecos. Pela Oficina Cultural Regional " Timochenco Wehbi", desenvolveu os figurinos para o Espetáculo " O Homem que casou com a mulher Braba" na cidade de Dracena - SP, que recebeu inúmeras premiações em festivais de teatro no Brasil e se apresentou no Gran Gran Fiesta/Queen Elisabeth Hall - Londres, no Camden Green Fair/Camden Garden Free - Londres, no The Rising Sun Institute/Reading e no Bracknell Festival/Bracknell - Inglaterra. Fundou o Delirivm Teatro de Dança, onde desenvolve diversos trabalhos em parcerias com profissionais importantes e artistas emergentes, recebendo dezenas de premiações por todo o país. Desenvolve trabalho de pesquisa fundamentado no Butoh, iniciado em 1983 (dança pós moderna japonesa criada na década de 60, por Kazuo Ohno e Tatsumi Hijikata) é auto didata e tem uma técnica própria e um estilo bem particular.
Foi vencedor dois anos consecutivos com o prêmio de Melhor Figurino do Concurso Internacional de Dança do Mercosul em Bento Gonçalves - RS.
Foi orientador da matéria de figurino do Projeto Dança Master II da Secr. de Est. da Cultura no Teatro Sérgio Cardoso em São Paulo em 1995. Já desenvolveu inúmeros trabalhos solo, tendo sido convidado a integrar oficialmente a agenda da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e desenvolvimento no Rio de Janeiro - a ECO 92, com o Espetáculo "VENEZHVELA - La Hylaea Viverum". Com esse Espetáculo, apresentou-se na Alemanha em 1996 no 1. Uni Modern Dance Festival em Kaiserslautern, onde foi apontado como o destaque do festival, recebendo da crítica internacional elogiosos comentários sobre seu trabalho, o que o fez permanecer por mais de um ano, onde desenvolveu projetos de pesquisa relacionados com Patrimônio Histórico, restauração de imóveis e levantamento Artístico e Arquitetônico, estagiou com a designer Bárbara Kessler em Berlin, além de realizar projetos de figurinos para a AZet Dance Company para as obras “Perhaps” e “Romeu & Julia” e desenvolveu para o Teatro “Bühne Unterm Dach” da Alemanha, um projeto sob encomenda para estrear um Espetáculo solo inédito.
Em 1997, retorna a São Simão-SP, sua cidade natal, para assumir a Secretaria Municipal de Cultura. Transformou o Delirivm Teatro de Dança em um grupo inédito, com senhoras de idade entre 51 e 85 anos, muito festejado pela mídia, graças a seriedade de seu trabalho, o grupo recebeu prêmios importantes, como o Melhor Diretor no XIX Festival de Teatro Amador do Estado de São Paulo em 1997 e dois convites para participação em Festivais Internacionais.
Para não interromper sua carreira pedagógica, funda a Ogawa Butoh Center Associação Cultural e Ecológica e realiza a primeira edição do Butoh Inside Movement Series, trazendo para o evento, significantes personalidades e espetáculos de dança Butoh do país. Na segunda edição do Butoh Inside Movement Series, devido o sucesso obtido no ano interior o evento foi estendido para três cidades: São Simão, Ribeirão Preto e São Paulo. Nas edições seguintes abrangeram as cidades de Ribeirão Preto, Osvaldo Cruz-SP, Presidente Prudente-SP, São José do Rio Pardo-SP, São Simão-SP e São Paulo-SP. Realiza cursos intensivos de Butoh periodicamente, para interessados de todo o país e exterior, esse encontro é chamado de "Taxon". Em 1998, volta à Alemanha para participar do 2. Internationales Solo-Tanz-Theater Festival em Augsburg, foi premiado com o prêmio de Melhor Figurino/Melhor Cenário e pelo júri popular como o melhor Espetáculo da noite no dia de sua apresentação.
Em 2001, participou do San Francisco Butoh Festival em São Francisco nos Estados Unidos, recebendo da crítica elogiosos comentários sobre o seu trabalho. Em 2002, participou do XII Festival de Teatro de Curitiba-PR, 2º Fest-dança de Curitiba-PR, Newtown Neworks Cultural Festival em Sydney - Austrália, juntamente com sua Cia de Butoh.
Em 2003, dirigiu "A Tempestade" de William Shakespeare para a programação do 12º Festival de Teatro de Curitiba-PR.
Em 2005 participou do 6to Encuentro De Teatro En El Corazón Del Mercosur in Paso de los Libres-Corrientes-Argentina, 2º Festival Internacional de Teatro Popular - FINTEPO 2005 in Tláhuac-México-DF, XXXI Festival Internacional Cervantino Callejero del CLETA in Guanajuato-México, IV Mostra Rio São Paulo de Teatro de Rua em Paraty - Rio de Janeiro e em Regensburg - Alemanha participou do 3. Internationale Aids-Tanzgala.
Em 2006 participou do 7to Encuentro De Teatro En El Corazón Del Mercosur in Paso de los Libres-Corrientes-Argentina, Moving 2006 no Teatro do Shopping Frei Caneca em São Paulo, participou da programação de dança contemporânea do Centro Cultural da CPFL em Campinas-SP, em Corumbá-MS participou da 6º Mostra Corumbá-Santuário Ecológico da Dança e realizou residência coreográfica em Portugal para a realização do projeto “Alma Portuguesa – Tudo Isto é Fado.
Em 2007 participou do Festival de Teatro de Curitiba, da Virada Cultural no Vale do Anhangabaú em São Paulo, “Artes Performáticas como máquina de guerra” no ciclo “O fim de um mundo não é o fim do mundo – como sobriviveremos no século XXI?” no Espaço Cultural da CPFL em Campinas, fez a abertura do IV Encontro de Dirigentes Municipais de Cultura do Estado de São Paulo em Presidente Prudente – SP, Noites de Dança no Teatro Sérgio Cardoso em São Paulo, Quartas no Teatro no Teatro da Dança-Teatro Itália em São Paulo, ABCDança em Diadema – SP, 15º Passo de Arte em Indaiatuba-SP, VI Mostra Rio São Paulo de Teatro de Rua Paraty – RJ, do XIV Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente – SP, Iguatemi Moving 2007, entre outros.
Em 2008 participou da III Semana do Teatro no Maranhão em São Luís - MA, do ABCDANÇA em Diadema-SP, do Primer Encuentro Internacional de Teatro de la Triple Frontera Monte Caseros - Corrientes - Argentina, fez a abertura do XXV Festival Nacional de Dança do Conselho Brasileiro de Dança no Rio de Janeiro-RJ, do IV Passo de Arte Minas em Belo Horizonte-MG, do II Passo de Arte Norte e Nordeste em Fortaleza-CE, do IV Festival Internacional de la Integración y el Reconocimiento - Formosa 2008 - Argentina, 1º Festival Internacional de Teatro - Galatea Resistencia - Chaco - Argentina,apresentou-se no Teatro de La Ciudad em Corrientes - Argentina, do 8vo. Encuentro de Teatro Internacional "En El Corazon del Mercosur",do 5. Internationale Aids-Tanzgala em Regensburg - Alemanha.
Em 2009 participou do XIV Encontro Científico do CINDEDI - Centro de Investigações sobre Desenvolvimento Humano e Educação Infantil no Centro Cultural Capela do Campus da USP em Ribeirão Preto-SP, da Virada Cultural na cidade de São Paulo, no 1º Festival Nacional de Dança de Juiz de Fora-MG, The 5TH International Butoh Festival Thailand 2009 in Bangkok.
Entre outros eventos também participou do Gran Gran Fiesta/Queen Elisabeth Hall - Londres, no Camden Green Fair/Camden Garden Free - Londres, no The Rising Sun Institute/Reading e no Bracknell Festival/Bracknell - Inglaterra, Festival de Dança de Joinville - SC, Mostra de Danças de Diadema - SP, Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente - SP - 1999, 2001, 2002 e 2003, San Francisco Butoh Festival nos Estados Unidos, 11º, 12º, 13º, 14º e 15º Festival de Teatro de Curitiba-PR, do Universidade em Cena da USP em São Paulo-SP, do Newtown Neworks Cultural Festival em Sydney na Austrália, do 2º Fest-dança de Curitiba-PR, Panorama SESI de Dança 2004 em São Paulo, entre outros.
Considerado o maior expoente da dança butoh latino americana e um dos grandes nomes do Butoh mundial, já recebeu dezenas de prêmios como coreógrafo, figurinista, cenógrafo, diretor e bailarino e realiza anualmente inúmeras turnês pelo país e exterior. É figurinista da Cia. de Teatro da Universidade do Oeste Paulista - Unoeste, onde já desenvolveu projetos para os espetáculos "Madame Blavatsky"(1997), "Olinda,Olinda"(1998), "Ponto de Partida"(1999), "Pássaros"(2001), "Blavatsky"(2006) e também da Cia Cenicomania de Santos - SP, autor dos figurinos de "Loucos por Vinícius"(1998), "Histórias da Arca"(2000) e "O Evangelho Segundo Zebedeu"(2002), "A Lei e o Rei"(2005), "Minha Nossa"(2009).
Member of the International Dance Council - CID da Unesco; é Jornalista profissional colaborador do Jornal Dança Brasil desde 1991, dirige o Delirivm Teatro de Dança e a Ogawa Butoh Center - a Cia de Butoh e a Instituição, onde realiza anualmente o Butoh Inside Movement Series e ensina a técnica Aiar Butoh.

sábado, 24 de julho de 2010

TRADUÇÃO PARA O PORTUGUÊS - CONSIDERAÇÕES DE HORÁCIO MEDRANO SOBRE ESPETÁCULOS PARTICIPANTES DO FESTIVAL

Tradução do espanhol para portuguêsMostrar romanização
ROSARIO EM CENA - O Sr. Horacio Medrano
JOE FEEL uma vida inteira
Um trabalho rigoroso e exigente sobre um texto bíblico. Um actor na pele de Jo. Cenário com areia, arbustos, grama, piso nivelado com fumaça. Clima como antigamente, mítico, mágico, irreal, fantástico. Ator corpo com grande movimentação, preciso, no domínio do tempo, os níveis. voz profunda e poderosa, torna-se monótono e dramático apelo de um vibrato garganta não ajuda que dão causar quebras de som da narrativa drama musical e experiência.
A iluminação do clima proposta contribui com o detalhe que ele não é ingrato ator-centrado e, por conseguinte, todos os seus Caracterização de feridas, sangue e ferimentos, apenas aparece claramente na curva final ao público.
Goya estampas são feitas no corpo do ator ea conversa terminou.
A TABELA
Trabalhar a partir de uma exploração de estilo, forte, preciso e muito cuidado. Assumindo todos os riscos da arte abstrata concreta no teatro, onde quase nenhuma pesquisa e os produtos são conhecidos. experiência relacional com o movimento Noigrandres brasileira dos anos 50 na poesia e na literatura. O concreto não é nada além do que é. Antiimpresionista. Mecânica técnica e precisa, onde o trabalho não deve receber nada da propriedades formais da natureza, ou a sensualidade ou sentimentalismo.
Um espaço austero, uma gaveta. Dois atores dotado de um corpo virtuoso e tratamento vocal. Imagens acrobacias, rimas infantis, jogos de risco, drogas, sexo, vida, morte, transborda ironia, denúncia e quebrar tabus.
Corpos expostos como ideogramas no palco. Exato, sedutor, forte, rigorosa. imagens religiosas, cantos sagrados, a sociedade, definir e tabelas claras.
CUPIDO MEU, MEU AMOR
Trabalho frescor da juventude ligada ao realismo perto da comédia de intriga. Uma proposta para explorar maneiras de evitar cair em recursos convencionais. Um cenário com poucos elementos que se referem a uma sala, uma cadeira, estante, mesa, tapete e alguns objetos, gravador, almofadas guitarra ...
Três atores, muito jovem, mas ductilidade muito alta e beleza. Bem plantado, gestão do tempo-ritmo da comédia. Eles nunca pesou o texto fluiu e as situações foram construídos em tornar-se uma característica a leveza da comédia. Humor simples e medido, livre de qualquer abuso na aplicação.
O sofá, tapete e continuar a ser o foco rack enquadradas em um "fora" do privado, onde os jogadores assistir e virar as costas quando eles deixam o jogo ao invés de situações históricas. Recurso que permite que os jogadores viajam todas as seqüências da obra, permanecendo do lado ou mudar de roupa ou simplesmente fazer a sua saída.
OZ, PARA CASA É NOSSA TERRA NOSSA
Surpreso com a facilidade de os jovens atores e órgão de gestão tão precisos, sobretudo no Homem de Lata e Dorinha. Mantida durante o jogo da fase de construção, mas não deve ser revisto para permitir que o personagem até que tenham certeza que desapareceu dos olhos do público. O frescor do elenco e ainda produzir um comportamento teatral estudou empatia realizada pelo público, que segue a história a sério divertir enquanto acompanham as aventuras dos personagens. A história é simples mas não simplista. Uma mensagem clara e forte sobre o fim que merece muito mais poderoso, dramático e um acabamento brilhante de toda a luz, dança e música. Penso que ao longo dos últimos dois casos a ênfase deve ser posta cênica, com os personagens envolvidos neste grande planeta foi descoberto e que possa realmente existir se as pessoas trabalham para ele.
Reitero a qualidade dos jovens atores, a sua versatilidade, encenação e inferior. Não há dúvida que é um trabalho árduo de preparação e direção que pode fundir todos os elementos que convergem para o drama. gestão cuidadosa, resultando em um drama de estágio em todos os níveis da organização, a partir de texto a uma luz clara e direta que marca os tempos e níveis (realidade da fantasia), a gestão do território que se estende a possibilidade de combinar a o tratamento teatral proporcionado pela tela e outros itens.
LUVA NA MAO
Anuncia o início que algumas partes: uma porta com cortina de tiras de plástico iluminadas por trás e um par de mulher no chão apontando para a saída. Duas pessoas, uma mulher e um homem no centro da cena separados sentados em almofadas, em uma posição de meditação. Faça o clima que irá desenvolver durante o curso da história de um casamento se separaram.
A ação é fluida e precisa, se valeram a pena. Mas esta eleição apenas no estilo de atuação faz com que não se reflectem o humor para estas duas pessoas estão chegando no último dia juntos, alguém decide sair. Não há acumulação que cria a tensão dramática no corpo e cria a sensação de que algo pode mudar. Você aposta no monótono, muito provável a coexistência desses dois seres, e não permite um vislumbre da luta para esconder o turbilhão de sentimentos que agitam-los.
Eu acho que o jogo começa no momento mais tenso do casal, que não é transmitida. No entanto, muitas cenas estão muito bem conseguidos e direção meticulosa, com elementos stripping que ajuda a focalizar a relação dos personagens e permitir que o brilhantismo dos atores, além dos comentários feitos.


Linh AS ELISE
Entrada apenas quando o público pode acessar a sala, e executar a dramaturgia do espetáculo. luzes Cruz, desprendem dim e uma sala de audiência do clima à espera de alguma estação de trem ou viagem solitária ... ... ... noite num lugar especial. Isso já dá o sinal e depois o jogo palco, eo público está totalmente envolvido na história e na cena em si, uma bola que escapa, alguém que corre ao redor do público, que o persegue ... etc A projeção de um trem que cobre todo o espaço, com seus sons, marca os tempos e complementar o clima. O palco despido e movimento do design cuidado tem uma teatralidade para ser instalado de forma independente, com suas próprias leis que inventa a direção e atuação.
Um trabalho que lhe permite desfrutar do teatro com um capital. Muito bom e casais com as performances, iluminação, processamento de som e espaciais que formam um drama espetacular muito bem planejado e dirigido.

Vestida com o sol UMA MULHER
Um cenário dividido em duas perpendicularmente por uma cerca e arbustos em conta para uma história rural, onde essa separação marca o confronto de duas famílias que vivem situações de violência e tragédia. Um elenco extremamente compacta e equilibrada, com bons recursos de agir.
Tratamento com luz não é suficiente para apenas dizem respeito à dramática impressionante como o que o sol e as suas consequências. Carregar muito com a ação de apontar a arma ou a arma para ameaçar o outro e repeti-lo constantemente, debilitra, continua a ser um gesto vazio, e sem peso de um corpo comprometidos com essa atitude.
O camponês, rural, a aspereza da terra não tem contrapartida na composição do fíosica atores e perde muito da dimensão trágica que se supõe existir.

"TAL E QUAL NÃO É MESMO!"
A criança brinca com todos os recursos muito bem conservado e com um magnífico edifício que incorpora um critério altamente valorizada para o público que convoca.
Ações que se desdobram entre a música, as danças, as rotinas acrobáticas, e até mesmo clownish manipuladores de marionetes, a história fará passar de uma surpresa e diversão para assumir todo o espaço. Um endereço que usa os recursos joga com relação à solvência e minúsculas barracas.
Alguns detalhes a considerar é o ideológico como e que prevê a liberdade da democracia na situação que se colocam, e se esse efeito é a escolha mais correta. Bem como a movimentação dos bonecos, com coroas de reis em. Perguntas ...
FAZER AS Alegret CUMADRES
Síntese de um teatro muito popular e um projeto especial. A história é apoiada por um trabalho de dirigir e atuar muito bem sucedida. Um espaço despido que contém todos os espaços e os agentes vêem. Ordenar precisão nas ações e claramente não são de todo a ação mecânica, mas sim dar fluência, espontaneidade e até mesmo de credibilidade. Nunca mais precisa o axioma de que "precisão e disciplina trabalhou contra a manifestação da espontaneidade."
Um show de férias, diversão com boas atuações que ajustar algumas gotas de ritmo e estágio de andamento, no âmbito de funções.

NASBECOLÂNDIA
O ator voar brincando com a cortina fechada no início, embora um pouco demorado no tempo, fazer um sinal forte para a situação que vai acontecer na televisão. A expectativa de outras soluções de jogar dentro de um jogo ou ainda não produziu um outro break e diluídos, mesmo na história contada. Este é um elemento tão marcante do personagem que se orgulha de acreditar em seu feito, a voar, nunca mais está em jogo, para dar um EJL situações descritas ou começar a rolar, mas estão implícitas, não permitindo a reproduzi-los fundo.
atores muito bons e convenientemente disponíveis para sustentar os altos e baixos da cena e um anjo muito especial. Eu não podia validamente amalgamar os diferentes níveis de organização do espetacular história dramatúrgica.
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CONSIDERAÇÕES DE HORÁCIO MEDRANO SOBRE ESPETÁCULOS PARTICIPANTES DO FESTIVAL

ROSARIO EM CENA - Lic. Horacio Medrano
JOE FIEL TODA A VIDA
Un trabajo riguroso y exigente sobre un texto bíblico. Un actor en la piel de Jó. Escenario con arena, matas, pasto, humo a ras de piso. Clima como de otro tiempo, lugar mítico, mágico, irreal, fantástico. Actor con gran manejo corporal, preciso, dominio del tiempo, niveles. Voz grave y potente, se convierte en monocorde y el recurso dramático de un vibrato de garganta no ayuda a provocar quiebres sonoros que otorguen musicalidad dramática al relato y la vivencia.
La iluminación ayuda al clima propuesto con el detalle ingrato de que no está centrado en el actor y por ende toda su caraterización de llagas, sangre y heridas, recién se vislumbra claramente en el saludo final a público.
Estampas goyescas se componen en el cuerpo del actor y en la composición plática.
A MESA
Trabajo de una exploración de estilo, contundente, preciso, y muy cuidado. Asumiendo todos los riesgos propios del concretismo abstracto en el teatro, donde casi no se conocen investigaciones y productos. Emparentada la experiencia con el movimiento Noigrandres del Brasil de los años 50, en poesía y literatura. Lo concreto no es otra cosa que lo que es. Antiimpresionista. Técnica mecánica y exacta, donde la obra no debe recibir nada procedente de las propiedades formales de la naturaleza, o sensualidad o sentimentalismo.
Un espacio austero, un cajón. Dos actores dotados de un virtuoso manejo corporal y vocal. Imágenes acrobáticas, canciones infantiles, juegos de riesgo, drogas, sexo, vida, muerte, ironía desbordad, denuncia y quiebre de tabúes.
Cuerpos expuestos como ideogramas en el escenario. Precisos, seductores, potentes, rigurosos. Imágenes religiosas, sagradas, cantos, sociedad, en cuadros ajustados y claros.
MEU CUPIDO, MEU AMOR
Trabajo de gran frescura juvenil en un realismo ligado a la comedia cercana a la de enredos. Una propuesta que explora caminos para no caer en los recursos convencionales. Un escenario con pocos elementos que remiten a un living, un sillón, perchero, mesita, alfombra, y algunos objetos, grabador, almohadones, guitarra…
Tres actores, muy jóvenes, pero de gran ductilidad y belleza escénica. Bien plantados, manejando los tempo-ritmo de la comedia. Nunca les pesó el texto, las situaciones fluían y se construían en un devenir propio de la ligereza de la comedia. Humor simple y medido, sin abuso en el recurso.
El sillón, alfombra y perchero centrados quedan como enmarcados en un “afuera” despojado, donde asisten los actores y dan la espalda cuando salen del lugar del juego de situaciones de la historia. Recurso que permite que los actores transiten todas las secuencias de la obra aunque permanezcan al costado ya sea modificando vestuario o simplemente logrando su mutis.
OZ, PORQUE NOSSA CASA É NOSSA TERRA
Sorprendió la soltura de los jóvenes actores y el manejo corporal tan preciso, especialmente en el Hombre de Hojalata y Dorinha. Mantienen su construcción durante el juego escénico, aunque hay que revisar que no dejen el personaje hasta que estén bien seguros que desaparecieron de la vista del público. La frescura de todo el elenco y a la vez un estudiado comportamiento escénico produce una empatía celebrada por la platea, que sigue la historia con seriedad sin dejar de divertirse acompañando las peripecias de los personajes. La anécdota es sencilla pero no simplista. Un mensaje claro y contundente que merecería sobre el final un tratamiento mucho más fuerte, dramático y un final brillante a toda luz, baile y música. Creo que sobre las dos últimas situaciones habría que poner el énfasis escénico, con los personajes involucrados en ese Gran Planeta que se descubrió y que puede realmente existir si el Hombre trabaja para ello.
Reitero la calidad de los jóvenes actores, su versatilidad, el manejo escénico y de la platea. No cabe la menor duda que hay un exigente trabajo de preparación y dirección que permite amalgamar todos los elementos que convergen en la teatralidad. La dirección es cuidadosa y logra una dramaturgia escénica en todos los niveles de organización, desde un texto claro y directo a una luz que marca los tiempos y los planos (ensoñación-realidad), a un manejo espacial que amplía las posibilidades del juego con el tratamiento escenográfico que otorga el biombo y demás elementos.
MAO NA LUVA
Un comienzo que preanuncia alguna partida: Una puerta con cortinas de tiritas de plásticos iluminada de atrás y un par de zapatos de mujer en el suelo apuntando hacia la salida. Dos personas, una mujer y un hombre en el centro de la escena sentados sobre almohadones separados , en posición de meditación. Marca el clima que se va a desarrollar durante el transcurso de la historia de un matrimonio devenido a separarse.
La actuación es fluida y correcta, si vale decirlo así. Pero justamente esta elección sobre el estilo de actuación hace que no se vean reflejados los estados de ánimo a que van llegando estos dos seres que en el último día juntos, alguien va a tomar la decisión de irse. No hay acumulación que genere tensión dramática en los cuerpos y no se crea la sensación de que algo pueda cambiar. Se apuesta a la monotonía, propia seguramente de la convivencia de esos dos seres, y no se deja vislumbrar la lucha por ocultar el torbellino de sentimientos que los conmueven.
Creo que la obra comienza en el mayor momento de tensión de la pareja, que no se transmite. No obstante, hay escenas muy logradas y una dirección prolija, con un despojamiento de elementos que ayuda a centrar en la relación de los personajes y que permite el lucimiento de los actores, mas allá de las observaciones realizadas.


AS LINHAS DE ELISE
De entrada nomás, cuando el público accede a la sala, ya está en funcionamiento la dramaturgia del espectáculo. Unas luces cruzadas, tenues y puntuales dan a la platea un clima de sala de espera de alguna estación de trenes, o de viaje… noche… soledades… algún lugar especial. Esto ya da el indicio y luego en el juego escénico, ya la platea está totalmente involucrada en la historia y en la escena propiamente dicha, Una pelotita que se escapa, alguien que corre por toda la platea, otro que lo persigue…etc. Una proyección de un tren que abarca todo el espacio, con sus ruidos, marcan los tiempos y complementan el clima. El escenario despojado y una cuidadoso diseño de movimientos hacen que se instale una teatralidad autónoma, con las propias leyes que inventa la dirección y la actuación.
Un trabajo que permite disfrutar del teatro con mayúsculas. Muy buenas y parejas las actuaciones, una iluminación, sonido y tratamiento espacial que conforman una dramaturgia espectacular muy bien planificada y dirigida.

UMA MULHER VESTIDA DE Sol
Un escenario dividido en dos perpendicularmente por un alambrado y arbustos dan cuenta de una historia rural, donde esta separación marca el enfrentamiento de dos familias que vivirán situaciones violentas y trágicas. Un elenco muy compacto y parejo con buenos recursos actorales.
Un tratamiento lumínico que no alcanza a corresponder a lo meramente dramático en cuanto a lo aplastante del sol y las consecuencias. Se carga demasiado con el recurso de apuntar con el rifle o arma para amenazar al otro y al reiterarlo constantemente, se debilitra, queda como un gesto casi vacío y sin peso de un cuerpo comprometido con esa actitud.
Lo rural, lo campesino , la aspereza de la tierra no tiene el correlato en la composición fíosica de los actores y se pierde mucho de la dimensión trágica que se supone debería existir.

“TAL E QUAL NÃO É IGUAL!”
Un infantil con todos los recursos teatrales muy bien cuidados y con una construcción espectacular que plasma un criterio muy valorado para la platea a que convoca.
Actuaciones que se despliegan entre músicas, bailes, rutinas acrobáticas, clownescas y hasta manipuladores de muñecos, hacen que la historia vaya sucediendo de sorpresa en sorpresa y la diversión de adueñe de todo el espacio. Una dirección que utiliza los recursos teatrales con solvencia y respeto a la platea menuda.
Algunos detalles a tener en cuenta es lo ideológico en cuanto a cómo y quién otorga la libertad de la democracia en la situación planteada, y si ese final elegido es el más correcto. Como así también la manipulación de los muñecos, con las coronas de los reyes puestas. Preguntas…
AS CUMADRES DO ALEGRETE
Síntesis de un teatro profundamente popular y de una factura extraordinaria. La historia está sostenida por un trabajo de dirección y actuación muy lograda. Un espacio despojado que contiene todos los espacios y que los actores hacen ver. Una precisión en las acciones y partituras claras que no hacen para nada mecánica la actuación, sino que por el contrario le otorgan fluidez, credibilidad y hasta espontaneidad. Nunca mas acertado el axioma que “precisión y disciplina no conspiran contra la manifestación de la espontaneidad”.
Un espectáculo festivo, divertido con buenas actuaciones que irá ajustando algunas caídas de ritmo y tempo escénico, con el correr de las funciones.

NASBECOLÂNDIA
El juego del actor con la mosca a telón cerrado del comienzo, aunque algo dilatado en el tiempo, marca un signo fuerte para la situación que va a ocurrir a telón abierto. La expectativa de otras rupturas de teatro dentro del teatro o alguna otro quiebre no se producen y se diluyen inclusive en la historia que se cuenta. Tal es así que el elemento contundente del que se ufana el personaje para creer en su hazaña, el matamoscas, nunca mas se pone en juego, por dar un ejl de situaciones que se esbozan o empiezan a rodar pero quedan insinuadas, sin permitir jugarlas a fondo.
Muy buenos actores y con disposición para sostener convenientemente los avatares de la escena y con un ángel muy particular. Creo que no pudo amalgamarse correctamente los distintos niveles de organización dramatúrgicos del relato espectacular.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010

ANDRE JULIÁ - EMBAIXATRIZ NO MERCOSUL DO FESTIVAL DE TEATRO ROSÁRIO EM CENA


http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/dsm/home,14,3782,Home.html
http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa/4,1300,2968857,15083

13/07/2010 | N° 2550AlertaVoltar para a edição de hoje
TEATRO
Peça santa-mariense é a melhor do Rosário em Cena
No domingo foram entregues os prêmios do 11º Rosário em Cena, festival de Teatro de Rosário do Sul. Ao longo de quase uma semana de programação, cerca de 11 mil pessoas foram ao Teatro João Pessoa assistir às peças locais, estaduais, nacionais e da Argentina.

Na categoria adulta, As Linhas de Elise, do grupo Entrelinhas, de Santa Maria, ficou com sete prêmios, inclusive o de melhor espetáculo, tornando-se o grande vencedor da noite. A diretora do espetáculo, Mariana Lohmanm, subiu ao palco com o grupo para receber os troféus.

Na categoria infantil, Tal e Qual não é Igual, da Cia Teatral do Carvão, de Arroio dos Ratos, levou todos os 11 prêmios, inclusive o do júri popular.

– Ficamos muito felizes porque, mesmo com a chuva de domingo, as pessoas não deixaram de prestigiar o evento. A participação superou a nossa expectativa – afirma o idealizador do festival, Paulo Evandro da Costa.

Para a edição do ano que vem, a intenção é conseguir a participação de outros países do Mercosul. Por isso, a atriz Andréa Juliá, do grupo Tea Teatro, de Buenos Aires, foi nomeada embaixatriz do Rosário em Cena.

– Ela fará contato com grupos de países como o Paraguai e o Uruguai, para convidá-los para o festival do ano que vem – diz Paulo Evandro.


Das 18 peças apresentadas ao público, 13 estavam na competição (10 adultas e três infantis). Os vencedores, escolhidos por um júri, levaram R$ 500.
OS ESCOLHIDOS
Categoria Infantil
- Melhor caracterização – Neuzinha Rocha, de Tal e Qual não é Igual
- Melhor trilha sonora – Jaqueline Pinzon e Neuzinha Rocha, de Tal e Qual não é Igual
- Melhor figurino – Monica Pinhatti, de Tal e Qual não é Igual
- Melhor cenário – Cia Teatral do Carvão, por Tal e Qual não é Igual
- Melhor iuminação – Jaqueline Pinzon, por Tal e Qual não é Igual
- Melhor ator coadjuvante – Não houve premiação
- Melhores atrizes coadjuvantes – Angela Tricot e Cristina Tricot, de Tal e Qual não é Igual
- Melhor ator – Luciano Rocha, de Tal e Qual não é Igual
- Melhor atriz – Marcelle Matiazo, de Tal e Qual não é Igual
- Melhor direção – Jaqueline Pinzon, de Tal e Qual não é Igual
- Melhor espetáculo – Cia Teatral do Carvão, por Tal e Qual não é Igual
Júri popular infantil
Tal e qual Não é Igual
Categoria Adulta
- Melhor caracterização – Mariana Lohamann, Aline Ribeiro e Gustavo Scherer, de As Linhas de Elise
- Melhor trilha sonora – Daiane Avlis, de A Mesa
- Melhor figurino – Mariana Lohmann, de As Linhas de Elise
- Melhor cenário – O Grupo, por Uma Mulher Vestida De sol
- Melhor iluminação – Vinicius Canto Blanco, por As Linhas de Elise
- Melhor ator coadjuvante – Antonio Orelhana, de As Linhas de Elise
- Melhor atriz coadjuvante – Gislaine Gogo, de As Cumadre do Alegrete
- Melhor ator – Tomas Santos, de As Cumadre do Alegrete
- Melhor atriz – Elis Genro, de As Linhas de Elise
- Melhor direção – Mariana Lohmann, por As Linhas de Elise
- Melhor espetáculo – As Linhas de Elise
Júri popular adulto
- Meu Cupido Meu Amor
Prêmio Especial do Júri
- Grupo Teatro Origem, por As Memórias de Bento, trabalho desenvolvido com a comunidade escolar da cidade de Cerrito

Multimídia
• ‘Tal e Qual não é Igual’ levou todos os prêmios infantis

terça-feira, 13 de julho de 2010

ATA PREMIAÇÃO 11 ANOS ROSÁRIO EM CENA - PREMIADOS E INDICADOS

ATA
Ao onze dias do mês de Julho de dois mil e dez, nas dependências do teatro João Pessoa, reuni-se a Comissão Avaliadora do décimo primeiro festival de teatro rosário em cena constituída por: Horacio Medrano, Claudia Shulz e Mauro Soares.
Após análises e debates referentes aos espetáculos apresentados chegaram as seguintes indicações e premiações:

Categoria Infantil

Indicação Para Melhor Caracterização:
O grupo por O Casamento de Chumbrega e Espoleta
Neuzinha Rocha por Tal e Qual não é Igual
Vencedor: Neuzinha Rocha por Tal e Qual não é Igual

Indicação Para Melhor Trilha Sonora:
Clarissa Gomes e Rodrigo Kão Rocha por Nasbecolândia
Jaqueline Pinzon e Neuzinha Rocha por Tal e Qual não é Igual
Vencedor: Jaqueline Pinzon e Neuzinha Rocha por Tal e Qual não é Igual

Indicação Para Melhor Figurino:
Monica Pinhatti por Tal e Qual não é Igual
Rodrigo Kão Rocha por Nasbecolândia
Vencedor: Monica Pinhatti por Tal e Qual não é Igual

Indicação Para Melhor Cenário:
Não houve indicados somente o vencedor
Vencedor: Cia Teatral do Carvão por Tal e Qual não é Igual

Indicação Para Melhor Iluminação:
Clarissa Gomes por Nasbecolândia
Jaqueline Pinzon por Tal e Qual não é Igual
Vencedor: Jaqueline Pinzon por Tal e Qual não é Igual





Indicação Para Melhor Ator Coadjuvante:
Vencedor: Não Houve Premiação nesta categoria


Indicação Para Melhor Atriz Coadjuvante:
Angela Tricot por Tal e Qual não é Igual
Monica Pinhatti por Tal e Qual não é Igual
Clarissa Gomes por Nasbecolândia
Cristina Tricot por Tal e Qual não é Igual
Vencedor: Angela Tricot e Cristina Tricot por Tal e Qual não é Igual


Indicação Para Melhor Ator:
Rodrigo Kão Rocha por Nasbecolândia
Luciano Rocha por Tal e Qual não é Igual
Vencedor: Luciano Rocha por Tal e Qual não é Igual


Indicação Para Melhor Atriz:
Daniela Reichembach por Nasbecolância
Marcelle Matiazo por Tal e Qual não é Igual
Vencedor: Marcelle Matiazo por Tal e Qual não é Igual


Indicação Para Melhor Direção:
Não Houve indicados somente o vencedor
Vencedor: Jaqueline Pinzon por Tal e Qual não é Igual

Indicação Para Melhor Espetáculo:
Não Houve indicados somente o vencedor
Vencedor:Cia Teatral do Carvão por Tal e Qual não é Igual


Categoria Adulta


Indicação Para Melhor Caracterização:
Paulo Resendez por Jô Fiel toda a vida
Mariana Lohmann Aline Ribeiro e Gustavo Scherer por As Linhas de Elise
Vencedor: Mariana Lohamann Aline Ribeiro e Gustavo Scherer por as Linhas de Elise

Indicação Para Melhor Trilha Sonora:
Daiane Avlis por A Mesa
Lisiane Santos por Meu Cupido Meu Amor
Mariana Lohmann por As Linhas de Elise
Vencedor: Daiane Avlis por A Mesa

Indicação Para Melhor Figurino:
Mariana Lohmann por As Linhas de Elise
O Grupo por Uma mulher vestida de Sol
Aline Luz por Mão na Luva
Vencedor: Mariana Lohmann por As Linhas de Elise


Indicação Para Melhor Cenário:
Paulo Resendez por Jô fiel toda a vida
Nitamara Gomes por Meu Cupido Meu Amor
O Grupo por Uma mulher vestida de sol
Vencedor: O Grupo por Uma Mulher Vestida de sol

Indicação Para Melhor Iluminação:
Paulo Resendez e Willian Fagundes por Jô Fiel toda a vida
Vinicius Canto Blanco por As Linhas de Elise
Juliano Calabró por Uma Mulher vestida de sol
Vencedor: Vinicius Canto Blanco por As Linhas de Elise

Indicação Para Melhor Ator Coadjuvante:
Antonio Orelhana por As Linhas de Elise
Ícaro Costa por As linhas de Elise
Igor Rolim por As Cumadre do Alegrete
Vencedor: Antonio Orelhana por As Linhas de Elise

Indicação Para Melhor Atriz Coadjuvante:
Amanda Hoffmann por As Linhas de Elise
Gislaine Gogo por as Cumadre do Alegrete
Vencedor: Gislaine Gogo por As Cumadre do alegrete


Indicação Para Melhor Ator:
Paulo Resendez por Jô fiel Toda vida
Alexendre Carrara por A Mesa
Tomas Santos por As Cumadre do Alegrete
Vencedor:Tomas Santos por As Cumadre do Alegrete


Indicação Para Melhor Atriz:
Elis Genro por As Linhas de Elise
Marlize Obregon por Meu Cupido Meu Amor
Daniela Minelo por Mão na Luva
Ingrid Lucas por As Cumadre do Alegrete
Vencedor: Elis Genro por As Linhas de Elise


Indicação Para Melhor Direção:
Igor Ramos por Meu Cupido Meu Amor
Mariana Lohmann por As Linhas de Elise
Juliano Calabró por Uma Mulher vestida de Sol
Paulo Mello por As Cumadre do Alegrete
Vencedor: Mariana Lohmann por As Linhas de Elise


Indicação Para Melhor Espetáculo:
Grupo Teatral Leva eu por Meu Cupido Meu Amor
Entrelinhas Cia de Teatro por As Linhas de Elise
Grupo Espaço Multicultural por Uma Mulher vestida de sol
Eu Teatro Tu teatras Duo Produções
Vencedor: As Linhas de Elise

Júri Popular Adulto: Meu Cupido Meu amor

Júri Popular Infantil: Tal e qual Não é Igual

Premio Especial do Júri A Comissão avaliadora do XI Rosário em Cena decide conceder por unanimidade o premio especial do júri pelo trabalho desenvolvido junto a comunidade escolar de Cerrito ao Grupo teatro Origem


Sendo o que tínhamos a tratar no momento, esta segue assinada pelos membros da Comissão Avaliadora.

terça-feira, 6 de julho de 2010

OFICINAS DO DIDACTA - ATENA GESTÃO DE NEGÓCIOS

ROSARIO EM CENA APRESENTA SUA OFICINA DO ROSÁRIO EM CENA DIDACTA, COM CURSOS,PALESTRAS E WORKS, VEJA AS FOTOS NA ESCOLA PLÁCIDO DE CASTRO COM A ATENA GESTÃO DE NEGÓCIOS ONDE SUA PROFISSIONAL KELEN LIMA APRESENTOU PARA OS ALUNOS DO CURSO DE CONTABILIDADE SEUS CONHECIMENTOS E AÇÕES NA ÁREA DE MARKETING E PRODUÇÃO...
VEJA FOTOS!








CLICS DO ROSÁRIO EM CENA










sexta-feira, 2 de julho de 2010

LISTA MATERIAIS SOM E LUZ ROSÁRIO EM CENA

• 20 CANHÃO FOCO DOIS
• 04 MOVING PLS 250
• 01 STROBOL
• 01 MESA DMX
• 01 MÁQUINA DE FUMAÇA
• 01 MESA ANALÓGICA 24 CANAIS
• GELATINAS VARIADAS
• 20 PAPEIS VEGETAIS
• 07 VERMELHOS
• 06 LILÁS
• 13 AMBAR
• 04 AZUL
• 04 LARANJA
• 04 AMARELO
• 06 VERDES
• 03 ROSA
• 08 ROXO FORTE
• 03 ROXO
• 06 AZUL FORTE
• MICROFONES VARIADOS
• SOM DVD
• SOM CD COMUM
• CDJ
• 04 PARES A MAIS CANHÃO FOCO DOIS
• 06 ÍMPARES
• E COMO RESERVA MAIS FOLHAS PARA CRIAÇÃO DE GELATINAS...